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Porquê essas diferenças?

Em qualquer âmbito profissional, é fácil ver como há pessoas que sobressaem pela sua perseverança e dedicação ao trabalho, e isso faz com que superem outros colegas que possuem uma capacidade intelectual bastante mais elevada. Porque sucede isto? Porque é que uns conseguem manter esse esforço durante anos e outros não, ainda que o desejem?

Quase todas as pessoas desejariam chegar a uma situação profissional mais elevada, e a maioria delas tem talento pessoal que sobra para o conseguir. Porque é que uns conseguem transformar esse desejo numa motivação diária que os faz vencer a inércia da vida, e outros, pelo contrário, não?

Porque é que há crianças que estudam constantemente sem que pareça custar-lhes muito, e outros, pelo contrário, não há maneira de o fazerem, ainda que os castiguem, e que se lhes fale claramente, serenamente, das conseqüências que a sua preguiça lhes vai trazer?

Parece claro que estamos a falar de algo que não é questão de coeficiente intelectual:

É fácil verificar que as pessoas mais esforçadas e motivadas não coincidem com as de maior coeficiente intelectual.

Há pessoas inteligentíssimas que são muito preguiçosas, e há pessoas de muito poucas luzes que mostram uma perseverança admirável. Porquê?

Isso é questão de FORÇA DE VONTADE!!!!!



Escrito por prof-renata às 18:43
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O que é motivação

Afinal o que é motivação? É ser feliz, é enxergar o mundo com outros olhos, é conquistar resultados, é superar obstáculos , é ser persistente , é acreditar nos seus sonhos , é o que? Motivação segundo o dicionário é o ato de motivar; exposição de motivos ou causas; conjunto de fatores psicológicos, conscientes ou não, de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, que determinam um certo tipo de conduta em alguém. Sendo assim Motivação está intimamente ligado aos Motivos que segundo o dicionário é fato que levar uma pessoa a algum estado ou atividade. Diante destas definições podemos supor que motivação é muito mais do que imaginamos inicialmente ou seja é tudo isso e nada disso , talvez seja na realidade a origem de tudo isso. Vou tentar explicar. Motivação vem de motivos que estão ligados simplesmente ao que você quer da vida , e seus motivos são pessoais , intransferíveis e estão dentro da sua cabeça (e do coração também) , logo seus motivos são abstratos e só têm significado pra você , por isso motivação é algo tão pessoal , porque vêm de dentro. O grande problema é definir os motivos verdadeiros , o que você quer , para assim dar realmente significado a sua luta diária , e não mais somente viver das migalhas dos motivos dos outros. Pare agora. Pense ! Medite ! Ore ! Repita tudo de novo até descobrir a essência de seu(s) motivo(s) , aquele que você abdicaria a tudo para atingir , daria sua vida toda por ele. Se você chegou a descobrir dentre os mais de 50 mil pensamentos gerados diariamente pelos neurônios o seu motivo verdadeiro então agora dedique a sua vida para conquista-lo e você conseguira ser feliz , enxergar o mundo com outros olhos , conquistar resultados , superar obstáculos , ser persistente , acreditar nos seus sonhos e muito mais.



Escrito por prof-renata às 18:41
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O ESTUDO DIRIGIDO como estratégia de ensino na educação profissional

Dentre os desafios, percebe-se que a interação professor-aluno em sala de aula é de grande importância, por observar a interferência direta dessa interação nos resultados do processo ensino-aprendizado.

Assim, reflexões a respeito do assunto aproximaram-nos das estratégias de ensino, sendo a escolha destas ações diretamente ligadas à intenção educativa e aos resultados do processo ensino-aprendizado, proporcionalmente melhores na medida em que houver melhor interação professor-aluno, aluno-aluno e aluno-consigo mesmo, em sala de aula, para o desenvolvimento das atividades didático-pedagógicas.

As estratégias são ações que visam facilitar a obtenção e multiplicar o rendimento e a qualidade dos resultados do processo ensino-aprendizado.

Na escolha das estratégias de ensino, existe a necessidade das transformações das diretrizes do ensino, na qual O ALUNO e não o professor ASSUME O CENTRO DE TODAS AS ATIVIDADES, NOS QUAIS

(...) suas necessidades e de seu progresso físico, intelectual, moral e social, que deve ser planejado todo o trabalho de educação.

(...) compete às escolas a procura de novos métodos de ensino que desenvolvam no aluno qualidades necessárias aos papéis que irá desempenhar na sociedade.

Podemos observar que desde 1968, discute-se as transformações das diretrizes de ensino e a necessidade de desenvolver novos métodos de ensino nas escolas para atender a uma nova sociedade.

Em especial, na área de ensino da educação profissional, estão ocorrendo mudanças no processo educacional, decorrentes das prescrições da legislação vigente, entre outros motivos.

(....) A educação profissional assim concebida não se confunde com a educação básica ou superior. Destina-se àqueles que necessitam se preparar para seu desempenho profissional, num sistema de produção de bens e de prestação de serviços, onde não basta somente o DOMÍNIO DA INFORMAÇÃO, por mais atualizada que seja. Deve, no entanto, assentar-se em SÓLIDA EDUCAÇÃO BÁSICA, ferramenta essencial para que o cidadão-trabalhador tenha efetivo acesso às conquistas tecnológicas da sociedade, pela APROPRIAÇÃO DO SABER que alicerça a prática profissional, isto é, o domínio da “INTELIGÊNCIA DO TRABALHO”.

                Dessa forma, o estudo dirigido não é um fato educativo isolado, mas parte de uma concepção pedagógica, uma continuidade de ações de todo o processo educacional.

O estudo dirigido é um primeiro método ou técnica de ensino para TORNAR O EDUCANDO INDEPENDENTE DO PROFESSOR, orientando-o para ESTUDOS FUTUROS E PARTICIPAÇÃO NA SOCIEDADE.

Os outros métodos para esta independência são o estudo supervisionado, onde há menor interferência do professor em relação ao estudo dirigido e às tarefas dirigidas, que constitui em terapêutica para eliminar ou atenuar deficiências ou suprir insuficiências constatadas na escolaridade do educando, e o estudo livre, em que o aluno trabalha completamente livre.

O estudo dirigido procura:

• Desenvolver habilidades e hábitos de trabalho de forma independente e criativo;

• Sistematizar e consolidar conhecimentos, habilidades e hábitos;

• Possibilitar a cada aluno, individualmente, resolver problemas, vencer dificuldades e desenvolver métodos próprios de aprendizagem;

• Possibilitar aos alunos o desenvolvimento da capacidade de trabalhar, de forma livre e criativa, com os conhecimentos adquiridos, aplicando-os a situações novas, referentes a

problemas cotidianos da sua vivência e a problemas mais amplos da vida social;

• Possibilitar ao professor a observação de cada aluno em suas dificuldades e progressos, bem como a verificação da eficácia do seu próprio trabalho na condução do ensino.

Cada aluno necessita de função distinta a ser desenvolvida no estudo dirigido, sendo o professor aquele que investiga as características desse aluno, sugerindo ações de acordo com elas e com o potencial de cada um.

O estudo dirigido fornece “balizamento didático” para o aluno efetivar a sua aprendizagem, ao mesmo tempo em que vai conferindo técnicas e consciência de como estudar.

Neste método, o PROFESSOR SERVE DE ORIENTADOR e facilitador da aprendizagem para que cada aluno resolva de modo relativamente independente e criador a tarefa determinada.

Tanto o professor quanto o aluno precisam obedecer condições prévias de estudo, planejamento e organização para participar do estudo dirigido.

Para o aluno uma das condições é dominar as técnicas do trabalho, porém na educação profissional, observa-se que muitos apresentam deficiência no domínio dessas técnicas do trabalho, ou seja saber buscar, utilizando-se de recursos variados, ler, resumir, expor os resultados, havendo necessidade de reforços nessa área para que o estudo flua sem maiores obstáculos.

Como educador, precisa-se desenvolver, além do domínio técnico na área de atuação, a responsabilidade e a contribuição do ensino na formação de cidadãos que possuam uma perspectiva crítico-emancipadora do exercício profissional.

Acredita-se que as relações no trabalho são transformadas devido as necessidades histórico-políticas atuais e iniciadas no processo ensino-aprendizado em sala de aula.

Nessa prática de transformação, o estudo dirigido é um bom exercício para desenvolver habilidades em busca dessas competências, tanto para o aluno como para o professor.



Escrito por prof-renata às 18:36
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SEGURANÇA DO TRABALHO

Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.

Area de Estudo da Engenharia de Segurança
A Segurança do Trabalho estuda diversas disciplinas como Introdução à Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas, Equipamentos e Instalações, Psicologia na Engenharia de Segurança, Comunicação e Treinamento, Administração aplicada à Engenharia de Segurança, O Ambiente e as Doenças do Trabalho, Higiene do Trabalho, Metodologia de Pesquisa, Legislação, Normas Técnicas, Responsabilidade Civil e Criminal, Perícias, Proteção do Meio Ambiente, Ergonomia e Iluminação, Proteção contra Incêndios e Explosões e Gerência de Riscos.

O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
Equipe de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho

Leis de Segurança do Trabalho
A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, Normas Regulamentadoras Rurais, outras leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.



Escrito por prof-renata às 15:06
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